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Rasgando o Manual: Não seja um startupeiro mamão!

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Série Rasgando o Manual

A Betalabs é uma empresa que se orgulha por ser definida por três simples palavras: Tecnologia, Meritocracia  e Austeridade. Nós acreditamos que uma operação sólida, lucrativa e baseada em um time de ponta são a chave para o crescimento sustentável de um negócio.

Pensando em difundir nossa visão sobre empreendedorismo faremos uma série de posts com o tema “Rasgando Manual”. Vale lembrar que essa é a nossa visão (que funciona pra gente) e não uma verdade universal.

Não seja um startupeiro Mamão, trabalhe duro!

Além de provedores de solulções ERP e e-commerce a Betalabs também é uma empresa de desenvolvimento de software. Nesses anos de operação já nos deparamos várias vezes com o startupeiro mamão, aquele sujeito que acredita que apenas uma ideia seja o suficiente  pra deixar uma pessoa rica.

Esse sujeito é aquele que tem uma ideia, faz um CANVAS, faz um CARTÃO DE CEO, procura um INVESTIDOR ANJO, monta um BELO E INFORMAL ESCRITÓRIO COM VIDEO-GAME, desenvolve um MVP, se não der certo PIVOTA e quando dá errado vira EMPREENDEDOR EM SÉRIE.

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Criar uma empresa não significa ter uma ideia, montar um time, fazer um protótipo e conseguir investimento. É tirar a prova, dia após dia, numericamente, que a estratégia está se convertendo em vendas e que o negócio é escalável, ou seja, que os custos não crescem na mesma proporção do faturamento. Sempre nos perguntamos se esse indivíduo com cartão de CEO sabe o que a sigla chief executive officer significa, afinal imaginamos  que ele não disponha de um conselho de administração para responder e nem executivos para gerir.

O papel social de uma empresa é dar lucro, empresas que não geram caixa não sobrevivem. Vale lembrar que mesmo aporte de capital feito por anjos e investidores é finito e garantem somente um breve período de respiração. Empresas que, por sua vez, são lucrativas podem investir, contratar e inovar, garantindo assim um ciclo sustentável de crescimento. No nosso caso, por exemplo, o crescimento da empresa foi sustentado pela própria operação, batalhamos negócio a negócio e chegamos a vender produtos totalmente sob medida para gerar receita e fazer a empresa crescer com velocidade.

Na nossa visão o modelo baseado  em uma simples ideia é muito falho, isso porque nele o empreendedor começa a fazer a gestão baseada em uma ideia abstrata sem olhar efetivamente pro mercado. Nesse modelo o gestor só vai olhar pro consumidor potencial quando colocar o produto à venda.  Além disso, você acaba medindo o sucesso da sua empresa pela evolução do seu protótipo e não pela aceitação do mercado.  A realidade é que pode ser que ninguém compre sua ideia.

A Betalabs foi lucrativa desde seu primeiro mês de vida, todos os seus recursos foram reinvestidos no negócio em pessoas e ativos que gerassem resultados. Não existe nada desnecessário na nossa estrutura, temos um escritório funcional e sem luxo, isso nos ajuda a  lembrar sempre que ainda estamos longe do sucesso.

O nosso conselho para quem quer começar um negócio com essas características é ter uma planilha de orçamento planejando o volume de venda e os custos, baseando-se sempre no mercado e não nas perspectivas do empreendedor. Na sequência o foco deve ser a execução desse plano de maneira disciplinada, é preciso manter-se dentro do custo orçado e garantir que as vendas aconteçam, não será uma tarefa fácil.

Os conflitos de liderança e as gerações Y e Z

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Apesar de generalistas as definições sociológicas das gerações podem ser interessantes para analisar as relações de trabalho. Minha intenção nesse texto é tentar abordar do ponto de vista prático como se dá a relação entre a geração Y e Z no mercado de trabalho.

Fundamos a Betalabs, empresa de cloud computing especializada em sistemas de gestão e e-commerce, há cerca de três anos e em nossa curta existência notamos que o mercado de tecnologia, mais especificamente relacionada a internet tem uma caractetística muito peculiar: pessoas muito jovens em posições muito relevantes e muitas vezes com salários bem altos. Isso é resultado do grande avanço tecnológico dos últimos anos e acima de tudo do fato das gerações Y e Z – que nasceram conectadas – chegarem a idade de trabalhar.

Você deve estar pensando “esse é um ótimo cenário”, afinal parece muito conveniente para uma empresa de tecnologia contratar colaboradores que navegam pela rede desde os primeiros anos de vida. O grande paradigma, no entanto, é que os indivíduos da Geração Z são conhecidos por mais que serem nativas digitais, mas também por zapear , e daí vem o tal Z, pois mudam da internet para o rádio, televisão ou telefone em instantes.

Essa ansiedade e dificuldade de manutenção do foco são um grande desafio para os gestores. Mesmo na Betalabs, uma empresa nova, de sócios jovens, ambiente descontraído, alta possibilidade de crescimento (temos dois ex estagiários que viraram sócios da empresa) e liberdade para falar de igual pra igual entre os colaboradores de todos os níveis hierárquicos existe uma grande rotatividade entre a geração Z. Ora por procurarem trabalhos com mais flexibilidade e ora, pasmem, por não acreditarem no modelo “tradicional” de carreira no qual é preciso ralar para crescer.

No caso do nosso negócio a solução desse paradoxo está na total transparência sobre a vaga no processo seletivo. Ao ser entrevistado o candidato só começa a falar após ouvir cada detalhe sobre a vaga benefícios, atribuições e responsabilidades. Após escutar sobre o nosso modelo o candidato é questionado sobre o real interesse na oportunidade. Em muitos casos a entrevista termina nesse ponto.

Quando interessado e engajado o profissional da geração Z tem um grande diferencial ao aliar sua cabeça multi tarefas aos complexos desafios do mercado de trabalho atual. Além disso por serem extremamente antenados muitas vezes são mais ágeis para resolver problemas. Cabe aos gestores lidar com o desafio do engajamento desses profissionais.

Falando de gestão estamos tratando de profissionais que não conseguem trabalhar com ordens diretas. Escutar um “faça assim ou assado” deve vir sempre acompanhado de uma explicação e se possível de uma indagação “concorda?”. A abertura no trabalho é fator essencial da motivação desses profissionais. Além disso a liderança pelo exemplo é fundamental, no nosso time notamos que os gestores que tem mais facilidade com as equipes são aqueles que dão sempre o bom exemplo e acima de tudo conquistaram o respeito e admiração dos indivíduos dessa geração.

5 tendências que irão fortalecer a computação em nuvem

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O ano de 2014 promete apresentar evoluções em relação à computação em nuvem, uma tecnologia de grande potencial que, embora esteja presente no nosso dia-a-dia, ainda tem muito a oferecer. Veja a seguir cinco tendências que devem fortalecer o uso do cloud como serviço:

On e offline cada vez mais conectados: As redes sociais tornaram-se rapidamente o principal organizador da comunicação pela Internet. Essas ferramentas ofereçam enormes oportunidades, não só de relacionamento pessoais e profissionais, mas também de compras. Entretanto, as facilidades também trazem riscos e preocupações, e todos os dados e imagens pessoais (às vezes íntimas) podem ser roubados e utilizados indevidamente, prejudicando a reputação do indivíduo dentro e fora da web. Por isso, torna-se cada vez mais importante tomar cuidado com o armazenamento de fotos e dados pessoais.

Digitalização do governo: Entidades governamentais e outras empresas têm adotado com maior frequência o uso de tecnologias de informação e comunicação (TIC) para fornecer e melhorar os serviços públicos, transações e interações com os cidadãos. Trata-se de uma política de governo digital, ou e-governo, que deve ser ampliada a partir de 2014.

Desenvolvedores no comando: Com tantas plataformas e linguagens diferentes, o mercado tem dificuldade em preencher a lacuna de vagas porque simplesmente não há programadores suficientes. Essa procura insaciável por desenvolvedores deve permanecer para 2014, colocando-os em posição privilegiada, com ofertas de altos salários e status para os melhores currículos.

Redes móveis de última geração: A febre do mobile explodiu entre todas as cidades no país. O uso dos smartphones já vai muito além das postagens nas redes sociais, hoje o celular compra ingressos, comida, paga o táxi e oferece uma enorme quantidade de conteúdo multimídia. Com a chegada dos grandes eventos, como a Copa do Mundo, as operadoras de telefonia móvel estão se preparando para competir pela hegemonia do 4G, que será cada vez mais demandada. Junto a ela, crescerá a gama de produtos e serviços oferecidos pela rede.

Um novo jeito de aprender: Hoje em dia os alunos de todos os cantos do mundo podem se inscrever para aulas on-line para estudar idiomas, Ciências da Computação, História, Psicologia, Astronomia, entre outros, muitas vezes gratuitamente. O interesse em cursos online deve saltar, e o aumento da oferta, juntamente às melhorias tecnológicas, elevará o e-learning para outro patamar.

5 itens para checar ao contratar um ERP

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Está cada vez mais fácil encontrar um sistema de gestão para pequenas e médias empresas. A quantidade de companhias que oferecem esse tipo de software cresceu muito, existem vários tipos de sistema comercializados de diversas maneiras. Essas ferramentas, de fato, agilizam muitos processos da empresa, mas é preciso estudar antes de escolher, pois elas também podem possuir falhas que, eventualmente, façam com que a ferramenta não se adeque perfeitamente à sua empresa.

Abaixo levantamos cinco itens que são essenciais na hora de escolher um sistema:

Suporte: Atendimento é ponto chave quando falamos de sistema de gestão, principalmente enquanto você dá os primeiros passos na implementação. Mesmo que escolha um software com interface intuitiva dúvidas e necessidade de dicas para adotar melhores práticas irão surgir ao longo do processo. Escolher uma empresa que dê boas respostas e em um prazo de tempo curto faz toda a diferença.

Funcionalidades: Como existem muitos tipos de sistema, é importante olhar as fichas técnicas e conflitar as ferramentas disponíveis com a realidade da sua empresa. Existem versões específicas de programas para alguns segmentos de mercado.

Fornecedor: É sempre importante lembrar que você está colocando o coração da sua empresa nas mãos de um terceiro, e justamente por isso é muito importante escolher uma empresa sólida que não irá desaparecer ou fechar após a implementação do seu projeto.

Referências: A maioria das empresas que vendem software tem belos websites e uma equipe comercial bem treinada. É claro que isso é bom, mas procure analisar a lista de clientes e contatar alguns para pedir referência. Quem utiliza pode dizer quais são os pontos positivos e negativos do software.

Adaptabilidade: Quando falamos de PMEs, muitos dos softwares disponíveis no mercado não são abertos à customização. De imediato, isso faz com que os preços de implementação e mensalidade sejam menores, mas essa facilidade pode se tornar uma armadilha com o crescimento do seu negócio. Encontrar um sistema que possa se adequar ao seu negócio é uma garantia de não precisar trocar de fornecedor com a evolução.

 

4 dicas para manter sua gestâo organizada

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A economia brasileira vem registrando desaceleração, além disso o período de jogos da copa e a indefinição das eleições tem deixado o mercado muito instável. Todos esses pontos somados ao baixo crescimento do PIB podem ser um alerta de atar os cintos para passar por um período de turbulência. Nesse cenário é importante ajustar a gestão do seu negócio para navegar com seguranã em mares agitados.

 

1 Reveja seus números – olhe para as finanças dos meses anteriores. Seu fluxo de caixa foi consistente? O resultado foi coerente com as suas metas? Uma boa maneira de projetar seu fluxo nesse período é analisar os meses anteriores e utilizar um fator de aumento / diminuição da sua demanda. A dica é sempre estar preparado para números desfavoráveis e inadimplência.

2 Defina prioridades- Escolher bem seus objetivos é ideal para manter o foco e auxilia muito o seu planejamento financeiro. Crie uma lista dos investimentos e custos mais relevantes. Após uma revisão detalhada é possível cortar o que não for essencial.

3 Pense grande, mas se planeje considerando que você pode vender menos – Planeje números que deixem você e sua equipe motivada e desafiada. Porém planeje seus custos considerando diversos cenários de faturamento tanto dentro quanto fora da meta, Lembre-se que custo é igual unha, deve-se cortar sempre.

4 O melhor é o orçamento base zero – Planejar e projetar os custos é, sem dúvida, essencial para o bom desempenho da sua empresa, mas definir orçamento de mais para algumas áreas pode ser perigoso e levar sua equipe a ser menos prudente com gastos. Num cenário mais conturbado você não pode esquecer de projetar perdas e custos extras com inadimplência.

 

4 benefícios da integração varejo tradicional e online

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No mundo de hoje praticamente tudo pode ser comercializado pela internet. Mesmo sabendo que alguns segmentos performam melhor em uma loja de verdade a opção de venda online como canal complementar não deve ser descartada, isso porque existe uma forte tendência de aumento das transações online graças a popularização do acesso a internet e uma mudança de comportamento do consumidor que busca cada vez mais conveniência.

Se você já está no varejo tradicional a opção de começar na internet torna-se muito mais simples, uma vez que você já conhece o mercado, dispõe de estoque e tem uma marca localmente conhecida. Confira abaixo os 4 benefícios de integrar sua loja física e virtual:

Menor custo de start-up
A diferença de investimento para quem já está no varejo é de milhares de reais, uma vez que você pode (e deve) aproveitar a capacidade instalada do seu negócio para operar ambos os canais. Estamos falando de mão de obra, estoque e canais de marketing, por exemplo.

Aumente o seu alcance
Essa é de longe a principal vantagem desse canal. o número de potenciais clientes do seu negócio. A internet no Brasil ultrapassa 100 milhões de usuários, esse é o mercado a ser explorado pela sua loja virtual. Para ter noção do aumento de perspectiva basta comparar esse número com a quantidade de pessoas que vivem na sua cidade.

Fortifique sua marca
Do mesmo modo que você aumenta o potencial de consumidores aumenta também a quantidade de pessoas que interagem com a sua marca. Isso vai beneficiar também o seu canal tradicional.

Ganhe escala
Com aumento do volume de vendas do canal online seu negócio ganha escala. Você consegue maior poder de barganha com seus fornecedores, pode baixar os preços, melhorar sua margem ou aumentar o mix de produtos disponíveis.

 

5 dicas para manter o atendimento humanizado na era digital

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Na era digital, onde quase tudo é tratado eletronicamente, o uso de sistemas de controle de atendimento é quase inevitável. Com a explosão desse mercado, surgiram excelentes ferramentas como o Zendesk ou o desk.com da gigante Salesforce. São softwares poderosos, multicanais que integram o website, e-mail e redes sociais da sua empresa.

O envio de um e-mail para o suporte de uma empresa que utiliza essas ferramentas abre e informa automaticamente o número de um ticket para o cliente. Esse fluxo parece eficiente e organizado, mas ao mesmo tempo o excesso de automação pode levar a completa falta de humanização do atendimento. É preciso estar alerta para não deixar a operação entrar no piloto automático.

Confira abaixo cinco dicas para garantir o melhor atendimento para os seus clientes:

Invista em treinamento: Não tem segredo, é essencial que sua equipe conheça bem o seu produto e, acima de tudo, esteja bem orientada sobre como responder seu cliente. Ser atencioso, educado e solicito é muito importante pra uma boa percepção sobre o seu atendimento.

Consulte o histórico do cliente: O profissional de atendimento precisa verificar o histórico de problemas do cliente atendido. Um cliente com várias ocorrências recentes ou em aberto pode estar mais descontente. Esse tipo de análise também evita que o cliente obtenha a mesma resposta para um questionamento adicional a primeira resposta.

Vá além do questionamento: O seu time pode ser proativo e oferecer alternativas para seus clientes. Nem sempre todas as solicitações podem ser atendidas, mas muitas vezes sua empresa pode ter serviços e ferramentas semelhantes que atendam ao objetivo do cliente.

Monitore a ocorrência após o fechamento: É importante se certificar que a dúvida ou ocorrência foi finalizada. Isso pode ser feito com uma ferramenta de monitoramento ou questionando o cliente com uma pesquisa de satisfação (que inclusive pode ser automática).

Defina métricas para o monitoramento: É importante acompanhar a evolução do seu atendimento (tempo de resposta, satisfação e segmentos do negócio com maiores ocorrências). Porém, acima de tudo, é importante que as lideranças da empresa sejam alertadas sobre os casos que eventualmente estejam fora da curva. Esse monitoramento é essencial para que uma atitude rápida seja tomada em face a um problema grave.

 

Como o Marco Civil pode proteger os dados da sua empresa

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O Marco Civil da Internet é uma lei que visa estabelecer princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da web no Brasil. Entre essas garantias, estão a preservação da estabilidade, segurança e funcionalidade da rede por meio de medidas técnicas compatíveis com os padrões internacionais e pelo estímulo ao uso de boas práticas, além da proteção aos dados pessoais na forma da lei.

O Marco Civil da Internet é uma lei que visa estabelecer princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da web no Brasil. Entre essas garantias, estão a preservação da estabilidade, segurança e funcionalidade da rede por meio de medidas técnicas compatíveis com os padrões internacionais e pelo estímulo ao uso de boas práticas, além da proteção aos dados pessoais na forma da lei.

Trocando em miúdos: como não existe lei específica sobre proteção de dados na Internet, o Marco Civil serve como guia para esse assunto.
Existe no texto do projeto uma série de regras relacionadas à privacidade, que irá forçar tanto o governo quanto as empresas a adotarem melhores práticas no tema.

Além da privacidade, também estão presentes algumas referências ao direito de inviolabilidade e o sigilo das comunicações privadas que estão armazenadas. Mais adiante, fica clara a proibição do fornecimento de dados de terceiros sem que haja consentimento.

Na prática, o texto regulamenta os direitos dos usuários de serviços da Internet – o que, muito provavelmente, traz mais proteção aos dados da sua empresa. Vale ressaltar que, mesmo sem utilizar diretamente ferramentas na nuvem, sua empresa certamente utiliza e-mail ou outros meios de comunicação que trocam informações sigilosas.

Com a nova legislação, os prestadores de serviços também ficam obrigados a deixar claro, inclusive em contrato, como os dados estão sendo coletados, armazenados e protegidos. Com maiores informações e proteção contratual, sua empresa pode se sentir mais segura a adotar novas ferramentas online que podem baratear o custo operacional e elevar a produtividade dos colaboradores.

Em um momento de expansão da tecnologia cloud, ter uma legislação específica sobre a rede é uma garantia adicional às que são usualmente oferecidas pelos prestadores de serviços que se preocupam mais com a questão técnica e também um passo importante no sentido de estimular a maior profissionalização do setor.

 

E a cloud vai virar commodity

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Faz apenas alguns anos que o termo cloud computing – ou sua tradução computação em nuvem – vem sendo alardeada por aí. Mas apesar de ser um serviço jovem, ele já está próximo (e alguns já o consideram) de virar commodity.

De acordo com a Wikipedia, o termo commodity é utilizado para designar bens e/ou serviços para os quais existe procura sem atender à diferenciação de qualidade do produto no conjunto dos mercados e entre vários fornecedores ou marcas. Alguns exemplos são café, energia elétrica ou soja.

Voltando para o mercado de cloud, muitas vezes é difícil notar diferença de qualidade entre os serviços e o preço tende a se comportar variando com a oferta e a demanda. Com o aumento da oferta notamos, inclusive, uma queda considerável de preço desses serviços.

É claro que você e a sua empresa terão muitas vantagens nesse cenário e a principal delas é que você irá pagar cada vez menos por serviços básicos como armazenamento e backup de arquivos.

É preciso notar, inclusive, que o termo computação em nuvem é muito amplo. Na verdade quase um conceito teórico. Na prática, o que o consumidor adquire são serviços de armazenamento, servidores, plataformas e que nem todos esses casos podem ser analisados sem diferenciação, principalmente no mundo corporativo.

Ao comprar um software na nuvem para sua empresa, por exemplo, é preciso analisar sua elasticidade para entender se sua adoção será vantajosa e isso implica em uma análise onde muito está em jogo, sendo preço, talvez, a variável menos importante. Escalabilidade, possibilidade de adequação ao seu negócio e, acima de tudo, o suporte prestado, podem ser determinantes, já que adquirir um sistema de gerenciamento é na verdade uma decisão totalmente estratégica, na qual você transfere parte da responsabilidade, e às veze até mesmo da operação, para uma terceira empresa.

Para o gestor fica o desafio de tirar vantagem das quedas de preço sem abrir mão da qualidade, somando o melhor da tecnologia a um serviço de qualidade para ganhar eficiência e cortar custos sem entrar em uma fria.

5 Dicas para alavancar as vendas do seu e-commerce em 2014

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De acordo com previsão da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) o e-commerce nacional fechou 2013 com um faturamento de R$ 31,11 bilhões. O resultado representa um crescimento de 29% em relação a 2012 e a expectativa para este ano é crescer ainda mais e chegar à casa dos R$ 39,5 bilhões. Diante desse cenário, veja cinco dicas para incrementar as vendas no setor.

Contrate as pessoas certas – vender de maneira mais eficiente exige muito conhecimento técnico. Desempenho, SEO, informações e estatísticas do big data vão demandar que a sua empresa disponha de pessoas capacitadas para lidar com essas variáveis. Além disso, os consumidores estão cada vez mais atentos ao conteúdo das lojas, o que aumenta a necessidade de colaboradores interados para criar e consolidar essas informações.

Esteja preparado para ser multiplataforma – seus clientes podem estar em qualquer dispositivo com Internet. É muito importante que seu e-commerce esteja preparado para vender via computadores, tablets e smartphones. Um comércio eletrônico com essas condições estará disponível para os usuários em todas as situações.

Reveja 2013 – olhe para os resultados do ano anterior. Como foi seu desempenho de SEO, conversão e rentabilidade? O resultado foi coerente com as suas metas? Uma boa maneira de projetar 2014 é analisar 2013 e entender se houve pontos de alerta e onde você se saiu bem. Sobre as metas, se você atingiu 100%, considere um novo ano mais agressivo.

Pense no SEO mais do que nunca um bom posicionamento orgânico nas buscas é importante. Além da maior visibilidade sabe-se que um melhor ranqueamento também diminui sensivelmente os custos com adwords. Reveja a estrutura de URL, a velocidade do site e, é claro, o conteúdo.

Seja transparente – os consumidores estão cada vez mais exigentes em relação às lojas virtuais e se preocupam cada vez mais com quem está por trás de um e-commerce. Eles querem saber mais sobre a empresa e também sobre a procedência do produto comprado. Procure evidenciar a seriedade e robustez da companhia através da transparência da informação e também pela imagem com uma loja bem apresentada e sem bugs.

Dicas e artigos sobre ERP e plataforma e-commerce

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